4 de Março de 2009

Integrado no Dia do Município

Joana Amendoeira em Montemor-o-Novo

Integrado na Comemorações do dia 8 de Março, Dia do Município, de S. João de Deus e Internacional da Mulher, dia 7 de Março, a partir das 21h30, o Cine-Teatro Curvo Semedo, em Montemor-o-Novo, vai ser palco para uma noite em que o fado ganha corpo na voz de Joana Amendoeira.

A jovem fadista apresenta em Montemor-o-Novo o seu novo disco, “Joana Amendoeira & Mar Ensemble”, gravado ao vivo na 5ª edição da Festa do Fado, na Praça de Armas do Castelo de São Jorge, a 21 de Junho do ano passado.

Apreciando a voz de Joana Amendoeira, ganha-se a certeza de que ela simboliza “a confluência entre a Alma e a Paixão”. O Fado é o que lhe vai na alma, e a Alma é como um rio que força a margem para alcançar o talento, o respeito, a verdade e a coragem que se reflectem em todos os versos que canta, todas as palavras que empresta àquilo que no fim se transforma na “sua voz”. A Paixão, por sua vez, é o que lhe vai no sangue, incontida, desesperadamente incontornável. Pela música, pelas palavras lusas dos grandes poetas de ontem, de hoje e de amanhã.

Com entradas livres, esta é uma excelente oportunidade de, em Montemor-o-Novo, comprovar ou reforçar a ideia de que Joana Amendoeira é uma fadista de raiz, incondicionalmente uma fadista. Hoje e sempre.

No Cine-Teatro Curvo Semedo, tenha uma noite memorável! Aí, à voz de Joana Amendoeira junta-se um Quinteto criando, tal como diz Helder Moutinho, um mar de emoções, num dos grandes discos e espectáculos da História do Fado e da Música Portuguesa.

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Mais um espctáculo na Black Box:

Matrioska

No próximo sábado, dia 7 de Março de 2009, na Black Box desenrola-se mais um espectáculo apoiado pelo Espaço do Tempo. Matrioska estará em cena a partir das 15.30h.

O tema principal é a descoberta - descoberta do ‘Outro’, mas também descoberta de novos significados perante as coisas que nos rodeiam. A peça está baseada numa narrativa cuja estrutura é ritmada por sucessivas transformações cenográficas. Matrioska parte da ideia que existem muitas camadas sobrepostas nas coisas que vemos. Muitas vezes o que vemos à frente dos nossos olhos não é mais do que uma primeira imagem, a mais imediata de muitas outras que estarão por trás dela.

A nossa matrioska, em vez de ser uma grande boneca com outras similares lá dentro (tal como a famosa boneca russa), é uma espécie de lugar que, devido ao seu dispositivo, permite trabalhar dentro, fora, atrás, à frente, escondido e à vista, fazendo com que diferentes camadas da realidade se descubram umas às outras numa espécie de caleidoscópio de imagens e situações.

É este descobrir constante que queremos passar às crianças, este ficar curioso pelas imagens que se apresentam e pelas suas mutações.

O que estará atrás daquilo? Dentro disto? O que é aquela sombra? Estará alguém dentro dela? Que língua canta esta cantora? O que se esconde debaixo desta forma?
Queremos que Matrioska seja um enigma do princípio ao fim, com questões que são levantadas, umas respondidas outras não, e que acima de tudo, no final sejam as próprias crianças a construir a sua própria história.

Nós damos os elementos e os ingredientes, muitas vezes sem qualquer ordem aparente, às crianças deixamos o desafio de os organizar como quiserem.

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Fado marcado na Ensemble:

Um brinde à... cultura

Decorre a iniciativa "Venha Brindar o Fado" na Ensemble Monte Morno próximo sábado, 14 de Março pelas 21:30h com a presença dos fadistas Ana Catarina Grilo, Joaquim Grilo, Tope, Francisco Pelaio, Alexandra Anastácio, Inês Vila Lobos e os guitarristas António Laboreiro, António Vacas de Carvalho, Bruno Chaveiro, João Caldeira Amaro.

Para fazer a sua reserva deverá dirigir-se até à Rua Bento Gonçalves n.º 14 em Montemor-o-Novo, de Segunda a Sexta das 18:30h às 20:00 ou nos Sábados das 09:00h às 20:00h.

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Em Montemor-o-Novo:

Carlos Godinho expõe na Galeria Municipal

Foi inaugurada no passado sábado, dia 27 de Fevereiro, pelas 18h30, na Galeria Municipal de Montemor-o-Novo, uma exposição de pintura de Carlos Godinho, intitulada “O d’escrever in consciente”. Exposição que estará patente até ao dia 27 de Março naquele espaço.
Licenciado em Ensino pela Escola Superior de Educação de Portalegre – ESEP – na variante de Educação Visual, Carlos Godinho frequentou a Faculdade de Belas Artes de Lisboa e é Mestre em Sociologia pela Universidade de Évora.
O artista plástico, natural do concelho de Estremoz (São Lourenço de Mamporcão), já efectuou e participou em mais de cem exposições, entre mostras colectivas e individuais, em Portugal, Espanha, França, Itália, Estados Unidos, Brasil e Japão.

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17 de Fevereiro de 2009

Obscena chega a Montemor:

Obscena comemora aniversário com exposições e lançamento de novo número

Desde a semana passada, a revista portuguesa de artes performáticas Obscena está espalhada por Lisboa. Em comemoração pelos dois anos da publicação, três exposições em diferentes pontos da capital portuguesa contam a história da revista.

Numa delas, a vitrine da Fábrica Features, no edifício Benetton, no Chiado, uma instalação chama a atenção do público para todos os números da revista. Na compra de qualquer artigo na loja, o consumidor ganha um cd-rom com todos os números editados em PDF. O mesmo acontece na Livraria Trama, onde desde o início de fevereiro algumas paredes da loja estão tomadas de motivos gráficos publicados ao longo das edições.

Numa colaboração entre a FNAC Viseu e o Palácio do Gelo, uma exposição de fotografias recupera alguns dos trabalhos publicados ao longo das edições. As duas iniciativas acima acontecem até 28 de fevereiro.

Instalações itinerantes também celebrarão o aniversário da revista teatros , galerias e livrarias de Almada, Aveiro, Braga, Bragança, Coimbra, Covilhã, Faro, Matosinhos, Montemor-o-novo e Vila do Conde.

Encerrando as comemorações, dia 23 de fevereiro, o novo número da Obscena (foto da capa) chega às bancase à rede. Ele traz entrevistas com Slajov Zizek, Hans-Thies Lehmann e Paul Ardenne, um balanço desses dois anos de estrada, além de uma reflexão sobre o modo como a pornografia pode ajudar a recuperar o prazer das artes performáticas.

In Idança

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3 de Fevereiro de 2009

Mona Lisa Show

Nesta sexta-feira e sábado, na Blackbox, pelas 21.30h, Mona Lisa Show vai estar em cena.

Mona Lisa Show é um concerto dramático. Não poderia ser noutra altura nem noutro lugar. É hoje, em Lisboa. Sete personagens num momento das suas vidas. Uma montra humana onde o presente contém o passado e o futuro, a memória e o desejo. O que dizem estas personagens? O que não dizem e o que gostariam de dizer? E se dissessem o que pensam? Mona Lisa Show é um espelho, uma janela para o desconhecido; um laboratório de personagens que se cruzam numa passerelle vermelha entre a vida que têm e as vidas que não têm. Quais são as nossas histórias, os nossos dramas? Onde estão os nossos heróis? Estas pessoas não existem. São ficção.

O Projecto artístico

Em 2004, Ana Pereira (direcção de produção) e Pedro Gil (direcção artística) fundaram uma estrutura de criação artística. Nos últimos cinco anos produziram a performance Alvo Branco, o estudo para espectáculo Execução Pública, o one man show [Homem-Legenda] inserido no programa criatividade e criação artística do Centro de Arte Moderna da Fundação Calouste Gulbenkian, e o objecto teatral Versus (Vs).

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28 de Janeiro de 2009

Canal Zero

Um "Concerto para Maquinaria e Estados Líquidos": Uma produção das Oficinas do Convento, que estará em cena no Cine-Teatro Curvo Semedo, já neste sábado, dia 31 Janeiro pelas 21:30h.

Este é um projecto de fusão entre música electrónica e música acústica, que associa ao vivo a imagem em tempo real analógica, mostrando como são infinitos os limites e as potencialidades de duas artes – música e vídeo – quando cruzadas. Uma partilha de múltiplas situações através da manipulação de sons e imagens, criando ambientes que nos transportam para uma realidade (in)visível.

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26 de Janeiro de 2009

Conferência no Arquivo Municipal de Montemor

“Conhecer e Valorizar a vida intra-muros de Montemor-o-Novo"

A Câmara Municipal de Montemor-o-Novo organiza dia 27 de Janeiro, pelas 18h00, no Arquivo Municipal de Montemor-o-Novo, a Conferência “Conhecer e Valorizar a vida intra-muros de Montemor-o-Novo", pela Drª. Manuela Pereira (Arqueóloga da Câmara Municipal de Montemor).

A comunicação "Conhecer e valorizar a vila intra-muros de Montemor-o-Novo. O Contributo da arqueologia" pretende abordar os trabalhos arqueológicos que têm decorrido no Castelo de Montemor-o-Novo desde 2002 e o seu contributo para o conhecimento do urbanismo e modo de vida da população que habitava a vila intra-muros de Montemor até ao século XVII.

CMMN

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Again from the Beginning / Outra vez do início

Nesta sexta-feira e sábado, na Blackbox, a partir das 21.30h, "Again from the beginning".

"Again from the beginning" pode ser visto como um estado ou percurso mental que procura condensar elementos de um imaginário construído em comum ao longo da nossa colaboração. Um imaginário, em parte, sustentado pela necessidade universal de recapitulação, de retorno a um passado próximo e a temas ancestrais da história. A recapitulação integrada num processo de recomeço. Esse recomeço é dado por um gesto que inaugura um percurso físico implicado em trazer para o centro o que a convenção define como periférico: códigos e imagens surgem assim desconexas, desprendidas de lógica ou integradas numa nova ordem.

Assumindo o corpo como meio fundamental para a transposição desse estado mental, "Again from the beginning" é constituído por uma linguagem abstracta, onde o absurdo, o emocional, a representação e a não representação são trazidos para o mesmo plano de relação.

Sofia Dias e Vítor Roriz colaboram desde 2006. Trabalhos apresentados: 25, Visegradska (2006); Under(the)line (2006); Sand Castle (2007) e Involuntariamente (2007).

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Chapéus Há Muitos

No próximo dia 31 de Janeiro, sábado, pelas 15.30h, no Convento da Saudação pode assitir a "Chapéus há Muitos", pelo Pim Teatro.

Primeiro quisemos usar chapéus para falar de uma coisa séria, perigosa e ridícula: o poder. Depois tivemos vontade de usar narizes vermelhos, jogar e ser livres. Sempre presente esteve o nosso maior prazer: comunicar com o público de todas as idades.
Para construir esta ideia começámos com duas oficinas. A equipa do Pim trabalhou com Osvaldo Maggi, mimo-clown argentino, na construção de chapéus e na descoberta de personagens e situações.

A segunda oficina, “O Clown Navegante Das Emoções”, foi dirigida por Jesús Jara, pedagogo teatral espanhol.

Foi a partir destas duas experiências que concebemos este espectáculo que agora apresentamos. É uma criação colectiva de uma actriz, dois actores e um músico.
“Chapéus Há Muitos” fala-nos de pessoas sem nada que fazer, pessoas com ideias, dores de cabeça, tristezas e carnavais, amor, inveja, governantes e dominados numa cascata de saudável esquizofrenia. Quase sem palavras, mas com imenso para dizer, estas personagens excêntricas descobrem a sua identidade descobrindo os outros. E quando o “eu” dá lugar ao “nós” revela-se uma grande verdade: mau tempo não é quando chove, mas sim quando estamos zangados.

A partir dos 4 anos e para toda a família

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23 de Dezembro de 2008

Vera Mafalda Maltês:



Vera Maltês é um novo nome a considerar no mundo da poesia. Foi na pacata aldeia de Baldios, concelho de Montemor-o-Novo, que esta jovem, nascida em Évora, deu os primeiros passos nesta arte… a arte de rimar, a arte da poesia.
O seu primeiro livro, intitulado “Poesia no Coração” é o realizar de um sonho.
Vera Maltês partilha com os leitores uma miscelânea de sentimentos, sensações e pensamentos que o irá certamente surpreender. Sem se encontrar o seu concelho, directamente, nestas palavras, encontram-se lá imagens que fazem parte do seu imaginário de infância e pré-adolescência.
Aos 20 anos, quase com 21, em Fevereiro, esta, agora, residente em Montemor-o-Novo, assistente administrativa, mostra-se no que de mais intimo alguma vez teve: a sua escrita, as suas palavras, a sua vida.


Notícias de Montemor (NdM) - Antes de mais, fale-nos um pouco de si, Vera. Quem é a Vera Mafalda, de Montemor-o-Novo, que é, também, poetisa?

Vera Mafalda (VM)- Vera Mafalda é uma simples jovem que escreve poesia… Nós, poetas, somos seres que pensamos sentindo ou pensamos porque sentimos… Por vezes, são as emoções e os sentimentos que “saltam” para o papel… mas em momentos que não há tema, escrevemos as primeiras linhas e o poema constrói-se. São inúmeras as vezes em que pego na caneta sem pensar, sem estar sequer preparada para escrever… escrevo três palavras sobre o que me vem à cabeça e sai um poema.

NdM - Ainda assim fale-nos um pouco da sua experiência enquanto cidadã do mundo. Quem é, como vive, como foi o seu percurso.

VM - Defino-me como uma jovem simpática, teimosa, exigente, amiga dos meus amigos... gosto de atingir os meus objectivos... Tenho uma grande paixão por animais, gosto de artes, fotografia, música...
Nasci numa pacata aldeia onde estudei até ao 4.º ano, nos dois anos seguintes estudei em S. Cristóvão e posteriormente na Escola Secundária de Montemor-o-Novo na qual conclui o 12.º ano na área Cientifico Natural. Ingressei na FMH (Faculdade de Motricidade Humana) em Lisboa, no curso de Reabilitação Psicomotora.

NdM - Onde e como descobriu a sua veia poética?

VM - A poesia acompanha-me desde criança. Nasci e cresci numa aldeia perto de Montemor-o-Novo. O campo, os animais, as flores, o vento, a chuva, a Natureza faziam parte da minha infância. Foi nesse ambiente que comecei a fazer as minhas rimas. Com apenas 8/9 anos comecei a escrever poesia… e o engraçado é que os meus poemas tinham quase sempre como tema os meus animais, a minha família… o que me rodeava. Entretanto, mudei-me para a cidade, e deixei esses temas um pouco de lado… sendo o tema predominante o amor, talvez porque nessa altura era uma jovem adolescente e sonhadora.
Esta veia poética não foi adquirida ao longo dos tempos, penso que nasceu logo comigo… quando aprendi a ler e a escrever, comecei a fazer os meus poemas. Na escola primária cheguei a ganhar concursos de poesia de Natal.

NdM - O primeiro livro que edita, parece ser quase uma necessidade de, depois de muito escrever, ter de reunir os seus poemas. Como apareceu esta oportunidade?

VM - Não é bem uma necessidade, mas sim um sonho que concretizei. Sonho esse que sem a minha família não teria sido possível realizar.
Durante a minha infância e adolescência sempre escrevi poesia… e chegou um dia em que pensei “Os meus poemas merecem ser publicados!”… Não digo que foi uma oportunidade porque foi uma edição própria. Mas foi, sem dúvida, o saciar do permanente desejo de mostrar o que escrevo.
Não sei se há alguém que viva de escrever poemas. A poesia é uma criação pura, uma arte… não é uma profissão. Tal como disse um poeta brasileiro “Primeiro viver, depois poetar”.

NdM - Em época de Natal um livro é sempre uma boa proposta. Sendo uma edição própria, como poderão os leitores encontrá-lo?

VM - Boa pergunta! Uma vez que este meu primeiro livro é uma edição própria, também a sua divulgação está a ser feita por mim e pelas pessoas mais próximas. Aproveito para agradecer a todos os meios de comunicação que já estão a colaborar.
Para adquirir "Poesia no Coração" terá de contactar-me através do seguinte mail: vera_maltes@hotmail.com
Em breve estará disponivel em algumas papelarias do país, porém, neste momento só é possível adquirir o meu livro directamente.

NdM - Onde podemos, no seu livro, encontrar o concelho que a viu crescer?

VM - “Poesia no Coração”, tal como já referi, tem como tema principal o amor. O próprio título leva-nos a essa tema. O nosso coração bate por amor mesmo que esse amor seja amizade e quando os sentimentos são transportados para o papel, nasce algo bonito, talvez abstracto… a poesia!
Neste meu primeiro livro torna-se praticamente impossível encontrar o concelho que me viu nascer! Não devia revelar… mas depois deste livro já escrevi poemas sobre a minha cidade!
Continuo a escrever, mas sinto que a minha poesia evoluiu… hoje escrevo sobre os mais variados temas… as crianças, as guerras, o mundo mas não deixei de parte os sentimentos. Porque a poesia é criada pelo pensamento mas o seu material é o sentimento.

NdM - Isso quer dizer que, em breve, poderemos ter um novo livro?

VM - Ainda não há nada previsto, mas sim, no futuro, quero editar um novo livro.
Neste momento, já recebi alguns contactos de editoras mas está ainda tudo a ser analisado.
Penso que primeiro há que fazer a divulgação deste meu primeiro livro e só depois avançar para a segunda publicação que será, certamente, uma poesia mais evoluída e quem sabe com temáticas diferentes.

NdM - Vai apresentar o seu livro em Montemor-o-Novo?

VM - Ainda não surgiu essa oportunidade, mas se surgir, será com certeza, um enorme prazer apresentar “Poesia no Coração” na minha cidade natal.

NdM - Uma mensagem para os montemorenses.

VM - A todos os montemorenses, desejo um Ano 2009 cheio de saúde, alegria e muita felicidade. Que os vossos sonhos se concretizem.
Sugiro que leiam “Poesia no Coração” !

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15 de Dezembro de 2008

Poetisa montemorense:

Primeiro livro de poesia editado

Vera Maltês é hoje um nome, que apesar de ainda pouco conhecido, é já considerado como uma promessa no panorama poético português.

Nasceu e cresceu no concelho de Montemor-o-Novo, onde estudou até ao 12.º ano. Depois ingressou na Faculdade de Motricidade Humana, em Lisboa.

Desde criança que, Vera escreve os seus poemas. Com apenas 7/8 anos corria pelos campos, e fazia as suas quadras sobre os seus animais de estimação. A arte de rimar, a arte da poesia, sempre a acompanhou.

Apaixonada pela escrita, editou o seu primeiro livro em 2008, intitulado “Poesia no Coração”. Foi o realizar de um sonho.

Um trabalho romântico, no qual predomina a quadra, apesar de serem inseridos outros tipos de rima. São mais de 50 poemas nos quais Vera Maltês partilha com os leitores uma miscelânea de sentimentos, sensações e pensamentos que o irá certamente surpreender. Poemas como “Teu mundo”, “O meu grande amor” e “A carta que nunca leste”, são apenas um cartão de visita para este livro de Vera Maltês que, com um estilo de escrita bem moderna e directa, cativa todos os leitores!

Em breve o NdM publicará uma entrevista com Vera Maltês.

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Em Montemor-o-Novo:

Cantares ao Menino no Ciclo de Outono

Entrámos em Dezembro, mês com uma simbologia religiosa forte. As crianças já sonham com a noite de Natal, em particular com os presentes, enquanto os adultos preparam todos os condimentos da noite mágica.

Mas antes, e se fossemos todos cantar ao menino? No próximo dia 20 de Dezembro, o Coral de São Domingos de Montemor-o-Novo vai percorrer os largos e as ruas do Centro Histórico da cidade, levando a efeito a 7.ª edição dos Cantares ao Menino. A iniciativa terá início pelas 21 horas, no átrio do edifício dos Paços do Concelho, e terminará na Igreja da Misericórdia, com um recital de música coral e poesia alusivas à quadra natalícia. A organização do evento é da Câmara Municipal de Montemor-o-Novo e do Coral de São Domingos.

Desta forma, com a Música e Poesia dos Cantares ao Menino 2008, irá finalizar mais um Ciclo de Outono. Marcamos encontro para Outubro de 2009…até lá tenha um Feliz Natal e um Bom Ano Novo.

CMMN

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9 de Dezembro de 2008

Em Montemor-o-Novo:

Nuno Rebelo revela “Performing the Space”

Desde Outubro que está a decorrer em Montemor-o-Novo, mais uma edição do Ciclo de Outono. Trata-se de um ciclo de música, a ter lugar em diversos espaços da cidade e que já cativou Montemorenses e forasteiros.

Para este sábado, dia 13 de Dezembro, pelas 21h30, está agendada a penúltima iniciativa deste ciclo. Trata-se de “Performing the Space”, um espectáculo que nos é apresentado por Nuno Rebelo, e que terá lugar no Convento de São Francisco, em Montemor-o-Novo.

“Performing the Space” foi criado em Dezembro de 2007 no Espaço Alkantara, no contexto do projecto “Será o que fizermos”. A utilização do próprio espaço e dos objectos que nele se encontram vem no seguimento do trabalho desenvolvido com Mark Tompkins. A utilização do vídeo como instrumento musical representa uma nova etapa, proporcionando um contraste tecnológico relativamente à crueza dos objectos acústicos. No centro de tudo está o espaço e as propriedades sónicas de tudo o que nos rodeia.

Com entradas gratuitas, numa parceria entre a Câmara Municipal de Montemor-o-Novo e a Associação Oficinas do Convento, este é mais um bom motivo para sair de casa este fim-de-semana.

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4 de Dezembro de 2008

Música:

Rui Horta estreia-se na cena musical com os Micro Audio Waves no espectáculo "Zoetrope"

O coreógrafo Rui Horta vai estrear-se na cena musical no espectáculo "Zoetrope", um projecto conjunto com a banda portuguesa de pop-electrónico Micro Audio Waves, que resultou num concerto encenado de forte componente multimédia.

Com antestreia marcada para 10 de Dezembro no Theatre Centre, em Moscovo, o espectáculo irá em digressão a Portugal e outros países, como Espanha e Alemanha, referiu à Agência Lusa o coreógrafo e bailarino.

"O mais fascinante foi ter de me adaptar a outra linguagem: a da música. Fiz o envolvimento visual, o desenho de luz, a componente multimédia, áreas em que já me sinto à vontade, mas trabalhar o nível musical foi mesmo um desafio", disse.

Rui Horta já tinha feito incursões na ópera, no circo e no teatro, mas a música "foi uma aventura", apesar dos convites surgidos anteriormente.

O trabalho entre o criador da área da dança e a banda Micro Audio Waves resultou num espectáculo performativo que inclui músicas, poesias e imagens.

"Há um lado muito inovador neste espectáculo, com muita criatividade, mas tudo feito com grande rigor", sublinhou o artista, acrescentando: "Todas as artes performativas são fascinantes para mim. Não me vejo só como um coreógrafo".

Em 2000, Rui Horta fundou o centro multidisciplinar no Convento da Saudação, em Montemor-o-Novo, onde dirige uma equipa multidisciplinar de criação e pesquisa que recebe anualmente dezenas de artistas em residência.

Quando, em 2006, Rui Horta assinalou trinta anos de carreira, concluiu que os temas das relações e da comunicação têm sido dos principais alvos de reflexão no seu trabalho, expressos através das coreografias.

Nascido em Lisboa, onde iniciou os estudos de dança com o Ballet Gulbenkian, Rui Horta acabaria por sair do país para continuar a formação em Nova Iorque, onde participou em vários projectos e foi professor em diversas escolas.

Nos anos 80 destacou-se como um dos pioneiros da nova dança portuguesa e nos anos 90 foi para a Alemanha dirigir o Soap Dance Theatre, grupo de referência da dança contemporânea europeia, apresentando os seus trabalhos nalguns dos mais importantes teatros e festivais por todo o mundo.

Os Micro Audio Waves surgiram em 2000, originalmente formados por Flak (guitarrista dos Rádio Macau) e C. Morgado (instrumentos electrónicos), que criaram composições com uma orientação minimal e experimental.

Depois da antestreia em Moscovo, a estreia oficial de "Zoetrope", segundo o artista, será a 08, 09 e 10 de Janeiro de 2009 no Teatro Experimental Carlos Alberto (Porto), prosseguindo a 19 de Fevereiro na Culturgest (Lisboa), 25 de Fevereiro no Mousontrum (Frankfurt), 28 de Fevereiro no Centro Cultural de Vila Flor (Guimarães), 14 de Março no Teatro Virgínia (Torres Novas), 04 de Abril (Caldas da Rainha), 01 de Maio no Laboral Escena (Gijón) e 16 de Maio no Centro de Artes e Espectáculos (Portalegre).

In RTP; Notícia: Lusa

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